• Monday, May 04, 2020


           


           Os raios laranjados do sol vespertino tocavam em toda sua glória as folhas das plantas que ali se impunham. Quase que como numa linha reta uma divisão clara de ambientes distintos se fazia ali tendo de um lado um grande campo de relva baixa, arbustos espalhados, e algumas formações rochosas esparsas no horizonte, enquanto do outro árvores grandes e robustas se faziam presentes como um colossal exército verde.

           O grande campo era cortado por uma estrada não linear que se estendia até a floresta, e, vindo da direção do matagal, um rapaz e uma mulher caminhavam num passo tranquilo.

           — Então essa Weedle foi queimada por seu Charmander e você simplesmente deixou ela numa árvore por aí? – a mulher, que tinha bonitos cabelos loiros, pergunta com um olhar provocante.


           —Bem, pela terceira vez, sim, eu fiz isso, não nego. – e o rapaz que estava vestido em azul gargalha levemente.


           A mulher ri também e, passando um de seus braços por detrás dos ombros do outro, ela o ajunta para perto de si, rindo e dizendo:


           —Você é uma figura! Que tipo de treinador é você, Xavier, que sai numa jornada mal sabendo o que fazer?

           O rapaz sorri meio torto, parecia ter ficado sem jeito.


           — Acho que o tipo iniciante, Nova… – ele responde devagar.


           Ambos seguem então a trilha em silêncio por alguns minutos, lado a lado, muito próximos, e o rapaz se sentia meio embaraçado com tal proximidade. Nova, no entanto, continuava seu caminho com um sorriso leve no rosto, sempre olhando para a estrada a sua frente, não aparentando sentir muita coisa quanto a proximidade.


           — Falta pouco para chegarmos em Santalune, mais uns vinte ou trinta minutos no ritmo em que estamos e chegaremos lá. – Nova diz a Xavier em certo ponto, mas para de falar pouco depois.


           O rapaz sinaliza compreensão, e decide em seguida observar ambiente a sua volta, visto que não havia nada melhor para fazer durante aquele momento no qual ambos pareciam estar indispostos a iniciar um diálogo. Movendo sua cabeça e passeando os olhos pelo entorno enquanto caminhava junto de Nova, Xavier não podia deixar de pensar em como as coisas ocorreram de forma tão anormal num único dia. O que viria agora, um guri gritando absurdos para eles? O rapaz riu de leve com o pensamento idiota que teve, o que chamou a atenção da moça que lhe acompanhava.


           — Pensou em algo engraçado? Você não está pensando nenhuma gracinha sobre mim não, está? – ela fala de modo aparentemente rude, mas, no fundo, divertido, como se caçoasse dele.


           O jovem sorri singelamente, e responde para a que lhe acompanhava:


           — Eu pensei em algo engraçado sim, mas é que você não entenderia. Não é nada demais, só uma besteira.


           — Como você pode saber disso se você não contar? – ela questiona, dando uma bufada leve.

           — O ponto é válido. – consente. – Eu só estava pensando que do jeito que as coisas estão ocorrendo hoje, qualquer coisa é possível, inclusive alguém vir gritando em nossa direção sem eira nem beira. Mas é bobeira, bobeira…


           — Não duvide de que algo assim possa ocorrer, porque não é nada incomum, nessas bandas principalmente. Pode não parecer, mas aqui vive cheio de jovenzinhos querendo exibir seus Bidoof’s por qualquer motivo que lhes venha a mente.


           O rapaz ficou em silêncio, podia não parecer, mas ele estava chocado com o que a estupidez humana poderia fazer. E logo mais ele veria que tinha razão pra estar em choque…


           Eles seguiam seu caminho, enquanto rodeados pela flora local, tal qual sua fauna, com o farfalhar da grama e o piado de pássaros dando um som ambiente característico ao local. O típico ambiente de fim de tarde rural, algo extremamente apreciado por todos os tipos de pessoa, e que muitas vezes traz calma e conforto ao coração. Lógico, se não tiver nada para atrapalhar.


           — Eu detesto casal andando agarradinho! Ainda mais quando tem um moço magricela envolvido! LUTA COMIGO MOÇO! – uma pessoa grita ao longe, com emoções no pico.

            Não tarda e um garoto com conjunto de blusa azul com touca acoplada e bermudão marrom. Um sorriso infantil e sádico era visível no rosto do rapazote, que deveria ter uns dez ou onze anos.



           — Aqui na rota três não se vê casalzinho andando a toa com frequência. SABE POR QUÊ?! Porque eu, Zack, espantei todos eles! AGORA LUTA COMIGO MOÇO! – e retira uma espera bicolor de um bolso da sua bermuda e lança rumo ao chão, liberando luzes que logo se condensam numa criatura peculiar.


           Um pequeno roedor dentuço e das pernas curtas, com um corpo cheio de pelos marrons e tufos destes proeminentes em suas bochechas e em seu pequeno rabo. Com patinhas pretas e pelo facial idem, era uma criaturinha simpática e rechonchuda.


           — Nova, ele lançou esse bicho marrom… Esse Bidoof aí e tá com cara de tarado, quê que eu faço? – Xavier questiona sem saber como reagir a súbita aparição do rapazote.


           A mulher olha para o jovem ao seu lado, com uma cara de “ você é estúpido por acaso?” e diz:

           — O que fazer? Lute, ora bolas! Você é um treinador! Se te desafiaram tu tem que lutar.


           — Sério isso? – murmura desanimado. – Okay então… – e retira de uma bolsa que carregava uma esfera com vários tons, incluindo preto, amarelo, branco e até vermelho, e aperta um botão no centro dela, liberando também luzes que se aglutinam para condensar uma criatura. – Iri, conto contigo. – fala para o ser que ali surgia.


           Do local em que a luz convergira um lagarto bípede de cor laranja e manchas levemente mais escuras que podem passar despercebidas por pessoas que não prestarem atenção sorri de forma boba para seu treinador. O Charmander não muito usual pareceu entender a situação na qual estava, visto que ao ver o Bidoof a alguns metros de si o lagarto se posicionou a frente de seu treinador, pronto para um embate.


           — É isso aí moço! Ainda bem que não é covarde! Vamos lutar! A moça é a próxima! Vamos logo com isso! Bidoof, use Tackle! – o guri gritava animadamente, se divertindo.


           O roedor se joga em direção ao lagarto com força e velocidade, ao menos as maiores que ele alcança, para causar danos.

           — Iri, desvie e use Scratch. – Xavier diz ao seu lagarto, que se põe a executar a ordem de seu treinador, embora com um pequeno atraso.

           O Charmander consegue desviar da investida de seu oponente em maior parte, mas foi raspado no seu “bracinho” pelo ataque do Bidoof de leve. Logo, o lagarto se põe a atacar o roedor com suas pequenas garras, deixando pequenas marcas de corte no outro. O Bidoof parece sentir o golpe, visto que estremece e guincha de leve, mas fica novamente preparado para a peleja em segundos.

           — Bidoof, vamos dar o troco! Use Tackle de novo! – grita Zack para seu pokémon.


           O Bidoof responde de imediato, e se joga em uma velocidade surpreendentemente maior que a anterior rumo ao seu oponente, sendo claro que aquele seria um golpe pesado para o pequeno lagarto para os presentes naquele cenário.


           — Iri, faça o mesmo de antes! – Xavier ordena ao Charmander.


           O lagarto, novamente, demonstra um leve atraso na execução das ordens, e por isso acaba sendo atingido pelo oponente, e arremessado a pouco mais de um metro do ponto em que estava, causando um baque forte ao atingir o solo. O pokémon titubeou um pouco enquanto se levantava, mas se manteve firme de pé em alguns míseros segundos.

           Xavier encara a cena pensativo. O cenho franzi um pouco, mas logo um olhar decidido aparece no semblante do rapaz.

           — Bidoof! Aproveite da fraqueza do oponente! Use Tackle de novo! – o treinador do roedor fala pro seu pokémon, com animação.


           O mesmo esquema ocorre, roedor corre pra bater no lagarto.

           — Iri, vá de encontro a ele usando Flare Blitz. – o rapaz mais velho fala enquanto o roedor oponente inicia sua corrida.


           O pokémon atende o pedido, envolvendo seu corpo com as chamas que trepidavam cada vez mais potentes em sua cauda, até que elas cobrissem toda sua extensão física, para então com força jogar o próprio corpo contra o Bidoof que estava a menos de meio metro dele naquele momento. Um pequeno estrondo é ouvido, e ambos os pokémon são lançados pelo impacto para uma distância considerável visto o andamento da luta anteriormente. Durante esse processo uma pequena nuvem de poeira sobe para baixar lentamente em seguida, e revelar a figura dos dois seres esparramados no chão.


           — BIDOOF!

           — IRI!

           Ambos os treinadores gritam com preocupação, afinal, não tinha sido brincadeira o ocorrido ali. Nenhum dos pokémons parece responder ao chamado de seus treinadores, ficando caídos no chão sem ação. No entanto, após alguns longos segundos, um movimento leve chama a atenção dos treinadores. Era Iri, o Charmander, que se levantava lentamente, coberto de escoriações, mas acordado, e com uma aura vitoriosa.


           — Parece que eu venci, menino. – diz Xavier suspirando aliviado ao ver seu pokémon se levantando. – Vai tratar seu Bidoof, ele não está em boas condições.

           O garoto não pareceu gostar do que o outro lhe dizia.

           — Foi sorte você vencer! Eu vou ir agora, mas da próxima vez que passar pela rota três, eu estarei aqui pra te derrotar! – disse o guri, com o rosto corado, enquanto recolhia seu pokémon com sua pokébola. O garoto arremessa umas duas notas ou três e sai correndo dali.


           Xavier olha seu oponente ir embora com um semblante pensativo. Em seguida ele recolhe seu Charmander de volta para a sua esfera, enquanto parabenizava o pokémon pela sua vitória. Ele então recolhe as notas, e volta para o lado de Nova, que parecia tentar conter de forma falha uma pequena risada depois de um bom tempo em silêncio.


           — Parabéns por ter vencido uma criança! – ela fala com algumas risadinhas. – Como se sente?

           — Péssimo depois de ouvir você falando isso. – responde o rapaz, carrancudo.


           A mulher gargalha, uma daquelas gargalhadas gostosas de se ouvir.

           — Bem, não há de quê. Mas é perigoso o que você fez nessa batalha, usar um movimento tão arriscado desses… Na verdade como conseguiu um Charmander que sabe isso? Isso é Egg Move, bebê.


           O rapaz pareceu meio encabulado sobre a primeira parte, mas tratou de responder a segunda com rapidez.


           — Eu comprei ele de um vendedor de outra região um tempo atrás, não vou negar. O anúncio era tentador, visto que parecia ser um Charmander fora do normal. Mas como assim eu usei um movimento arriscado?

           A mulher respirou fundo. Parecia que o rapaz realmente não entendia mesmo de algumas coisas sobre as fantásticas criaturas conhecidas como pokémons.

           — Bem, como que eu vou te explicar de forma sintetizada… Você deve saber que os golpes tem efeitos secundários, certo?

           O rapaz acena com a cabeça, confirmando.

           — Meio que esses efeitos podem ser tanto benéficos quanto maléficos para o usuário no decorrer da luta. O golpe que você usou, por exemplo, é conhecido por – e então…

           — Por causar danos equivalente a algo próximo de um terço da força do golpe no próprio usuário. Você explica bem, moça. – fala alguém, que ambos Xavier e Nova não conseguiram identificar naquele momento. – Entende agora como foi danoso ao seu pokémon executar um golpe desses, rapaz? Mas foi uma luta divertida de se ver, me lembrou de quando comecei a treinar pokémons… – a voz, masculina, fala com tom de nostalgia, mas os outros dois ainda não o haviam visto e mexiam suas cabeças em busca do falante. – Aqui! Em cima da rocha! – diz a pessoa, que pareceu perceber que os ouvintes não o viam.


           Xavier e Nova se viram, procurando uma rocha, e pouco tardam a ver uma não muito longe, isolada a uns cinquenta metros dali, perto de um pequeno corpo de água, separada de outras formações rochosas por uma bifurcação na estrada. No topo dela, estava sentado um homem vestido em roupas num tom verde e de aura esquecível , como se estivesse em estado de um com o ambiente. Mas algo que chamava atenção era um brilho metálico que vinha dele. Mesmo ao longe, era visível para os dois que se tratava de uma prótese, que substituía um braço que já existira no homem outrora. Fora isso talvez a coisa mais marcante no sujeito fosse a barba desgrenhada que ostentava e uma capa gasta.




           — Eu me chamo Iroquois, Iroquois Pliskin, meus caros. – o homem prosseguiu. – Rapaz, você me parece alguém com ambição, você pode não saber ainda, mas eu sinto em você a mesma aura que eu já senti em muita gente que se tornou grande. Quero te dizer para sempre aprender mais, e seguir teus sonhos mesmo que o mundo bata forte. Mas posso te garantir que, em qualquer caminho que escolher, sempre vão existir muitos espinhos… Supere-os se quiser chegar no seu objetivo, não importa o quê. – O homem se levanta, ficando de pé na rocha, e diz: – Bem, se o destino nos levar a nos encontrar de novo, até a próxima! – e salta para trás, desaparecendo atrás da grande pedra.


           Xavier e Nova ficam encarando a pedra por alguns minutos, talvez uns dez, quiçá vinte, sem compreender muito bem o que havia se passado.


           — Bem, sujeitinho estranho né? – ela fala para o jovem ao seu lado, com um olhar que denunciava o fato de não ter compreendido bem o ocorrido.


           — Realmente ele não era um sujeito muito comum… – Xavier responde, como se estivesse intrigado.

           Nova parece ignorar isso, e olha para o céu, que já adquiria tons roxos, indicando a transição entre a tarde e a noite.

           — Precisamos nos apressar, logo vai anoitecer… – diz Nova.

           O rapaz acena que sim com a cabeça, meio alto. Ambos se põem a andar, seguindo a trilha. Xavier sentiu algo estranho naquele momento. Ele sabia, de alguma forma, que veria aquele homem de novo, tal qual sabia que aquele momento iria mudar para sempre a sua vida...

    { 13 comments... read them below or Comment }

    1. Hello Naponielo,
      Obrigado por estes 09m25s de leitura!


      Xavier acertou na sua previsão maluca que alguém viria correndo para cima dele o desafiando para uma batalha o.o

      Bidoof... rota 3... bidoof... rota 3... Seria este o lendário Paolo? Não, não é. Se fosse Paolo, o charmander que seria o derrotado!

      Oia só rapaz o boss final dando as caras já! adoro quando pessoa importante faz uma ceninha no começo da história.

      Muito obrigado pelo capítulo sir Naponiele.
      Até o próximo!

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      1. Real Xavier levantou a flag ao pensar naquilo.

        E NÃO PODE SER O PAOLO! PAOLO NÃO PERDERIA!

        E brother, será que é boss final? Sei não hein? Fica acompanhando que quem sabe tu não descobre?

        Valeu pelo comentário meu bom, e até depois!

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    2. Hey napo! Obrigado mais uma vez pelo capitulo otimo e a oportunidade de me deliciar mais uma vez com a sua escrita! Até a próxima!

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      1. CARAI ESQUECI DE RESPONDER! YO SHII! BELEZA?

        MUITO OBRIGADO POR VIR AQUI LER, TE AMO MINHA DIVA AZUL!

        ATÉ A PRÓXIMA! E QUE BOM QUE GOSTASTE!

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    3. Hello Napo! Depois de quase uma "semana" após o seu capítulo, aqui estou eu!

      Foi um capítulo bem calmo? Adoro essa pegada mais "leve" onde as coisas progridem lentamente e ao seu tempo, dessa maneira nada parece forçado ou rápido demais e torna leitura bem leve e fácil de digerir.

      Enquanto lia a batalha de Xavier e o Youngster também cheguei a perceber uma coisa. Não existe Youngster na route 3, então... eu gostaria de saber o porquê dessa adição que acabou por ficar bem legal para ser sincero.

      Gostei da batalha, mas fiquei mais interessado aí nesse homem misterioso.

      Esperando o próximo capítulo como sempre <3

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      1. Yo Welfie! Tudo bem?

        Tranquilo demorar a comentar, tem vezes que eu demoro bem mais que isso!

        E que bom que tu gostou desse ritmo mais tranquilo! Espero continuar agradando !

        E SIM! NÃO TEM YOUNGSTER NA ROTA 3! Pra responder isso, recomendo que leia as notas de capítulo.

        E o homem misterioso vai dar notícias ainda no futuro, acredite...

        Até depois maninho Yy!

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    4. Hello Napo!
      Eu to achando tão legal a interação entre a Nova e o Xavier que vou ficar triste quando eles se separarem, apesar dela ser meio doidinha. Acho que o Xavier teria bastante a aprender com ela.
      O Xavier predizendo a aparição de um dos moleques surtados que ficam na rota desafiando aleatoriamente os treinadores que passam e perdendo sempre.Podemos chamá-lo de Xavier Bidu?
      Por um instante pensei que ele fosse enfrentar Paolo, a lenda, mas rapidamente descartei essa hipótese porque o Xavier jamais teria capacidade de derrotar o Bidoof e Kakuna sagrados.
      Adoro esses personagens que aparecem do nada para confundir os protagonistas. Seria ele o Boss final? Bem, só pelo fato de ter essa mão metálica já curti.
      Ótimo capítulo, Napo. No aguardo das aventuras do Xavier na próxima cidade.

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      1. YO CAROL! TUDO BEM?

        Que bom que tá gostando de Xavier e Nova! Eu tava com medo de estar escrevendo mal a relação entre eles, e realmente, caso uma separação venha a ocorrer será muito triste.

        E PREDIZER MOLEQUE SURTADO É UMA COISA BOA E RUIM AO MESMO TEMPO! Mas realmente, Xavier nunca poderia vencer o lendário Paolo, afinal, o Paolo tá em outro nível.

        E bem, seria Iroquois o boss final, ou só um transeunte? Fica aí a grande questão, e vamos dar enfoque na mão de metal dele realmente, afinal , é um L-U-X-O!

        Valeu aí, Carol, e até a próxima!

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    6. Oiiii Napo

      A interação desses dois é bem legal. "Ela toda linda e eu todo tímido".
      Xavier pagou para terminar a faculdade hashashahs Bem, ele tem que ganhar experiência como treinador ainda.
      Esse golpe do Charmander, contra esses oponentes é basicamente um move de OH-KO.

      Caraca, um maluco que parece que veio de um futuro distópico aparece do nada. Amigo ou inimigo? Só o tempo dirá.
      E que arte bonita. Parece o estilo do Chinatsu, ficou muito boa.

      E é isso, Napo, até mais, meu sir!

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      1. PORRA, CÊS ME FAZEM GAITAR COM ESSES COMENTÁRIOS! PUTZ, MEME AQUI ME FERRA NA COMPOSTURA!

        Oi, pera, como assim ele pagou pra terminar a faculdade? Não, não pô, ele só comprou a lagartixa mesmo. E SIM! CHARMANDER PUTA APELÃO NÉ?! Mas tem seu preço meu jurubeba, tem seu preço.

        E SIM! É UM MALUCO DOIDÃO MESMO! E SIM PORRA, É ARTE DO CHINATSU MESMO! Esqueci de meter os agradecimentos nas notas, foi bom me lembrar.

        VALEU E ATÉ ALEFU!

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    7. Yooo Napo

      POBRE BIDOOF!

      Caham, deixando meu fanatismo por Bidoofs de lado, eu gostei do ritmo do capítulo, estamos começando uma jornada, não precisa de explosões logo de cara, precisamos de aprendizado. E por falar em aprendizados.

      ESSE NOVO PERSONAGEM TEM CARA DE QUEM APARECE DO NADA PRA DAR UM PUTA DISCURSO INSPIRADOR E SOME DO NADA, TIPO MESTRE DOS MAGOS! JÁ ADOREI ESSE CARA AHUSUAHSHAHUS
      Legal também ver as interações de Nova e Xavier, tudo pra aumentar meu shipp, né? ahsuahsauhshu TO DE OLHO NO SENHOR, QUERO OTP!
      E mais legal ainda saber que o Xavier COMPROU um Charmander hausuahusuah QUEM PRECISA DE PROFESSOR QUANDO SE TEM DINHEIRO?

      Bom capítulo, Sir Napo

      See ya

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      1. Confesso que usei o google pra saber o que é OTP...

        But well...

        Sim, aprendizado é sempre importante numa jornada, e eu pessoalmente quis mostrar isso neste capítulo e espero mostrar nos próximos. E BOY, IROQUOIS É FODA, NÉ? ME DIZ QUE SIM MINA!

        E Xavier x Nova... Será que rola? Só o futuro poderá nos dizer.

        E SIM! DINHEIRO > PROFESSOR! PRA QUÊ PEGAR COM O PROF QUANDO TU PODE TER ANTES?! IZPOJZIOPOIJOAJIOAJOAJIOSJSOSJOSJIOS

        VALEU PELA PRESENÇA STAR!

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