• Postagem Aleatória V: Sobre Mangás e Formula Racing...

     


    Imagem aleatória da Super Formula/Formula Nippon retirada do Google. O veículo da imagem estava sob a guia de Sérgio Sette Câmara


    Saudações, pessoal, tudo joia? Então, dessa vez eu quero falar aqui sobre dois mangás aos quais lembrei enquanto tava passando um cafézinho da manhã. Na real eu coloco ambos como alguns dos melhores mangás com o tema esporte que eu já li, embora qualquer um pode discordar de mim, isso vai muito de gosto e impressões pessoais.



    Bem, o primeiro deles é " F ", que é quase uma relíquia de tão antigo que é, afinal, ele vem dos idos anos 80. Serializado por 7 anos, de '85 a '92, o mangá conta a história de Gunma Akagi, filho bastardo de um empresário e aspirante a político importante do Japão, cheio de marra e birra que se acha o mais rápido do lugar de onde vem. Por n motivos ele vai acabar descobrindo um mundo muito maior do que imaginava, e ao ser na prática deserdado, ele, junto de um amigo muito importante, decidem então ir para a cidade grande e entrar no mundo das corridas para provar que eles podem ir bem longe. Lendo esse mangá você tem que estar preparado para tudo, tudo mesmo, mas vale a pena considerando a forma como a história se desenvolve. Perdoe as questões relacionadas a época em que foi escrito, no entanto. Em português eu nunca achei ele, mas sempre se pode fazer como fiz e ler em inglês do começo ao fim, tem na net.



    Já o segundo é " Capeta ", que também tem foco em corridas, do mesmo tipo inclusive, mas com um teor diferente. Publicado de 2003 a 2013, esse daqui conta a história de Kappeita Taira, apelidado Capeta, que lá pros seus 10 anos de idade viu sua vida mudar por causa do pai ter aceitado um trabalho de pavimentação numa pista de Kart. Esse pai fica impressionado com a velocidade dos karts que ele acaba vendo por acaso e se lembra de que o filho gosta de coisas relacionadas a corrida. Depois de fazer Y coisas para poder conseguir descolar um Kart pro filho, acaba se descobrindo que o rapazote tem talento e bem, aí começa de verdade o negócio. Dificuldades financeiras, adversários mais experientes e muito mais esperam Capeta nessa estrada que pode levar ao topo da corrida de fórmula. Eu não sei até onde esse pode ser encontrado traduzido em PTBR, mas em inglês existe tradução até o capítulo 96. Vale bastante a pena.

    É isso então, galera, valeu e até a próxima!



  • Notas do Autor sobre o Capítulo 7

     

    *****Alerta de Spoilers*****




             Bem, finalmente, o capítulo 7 de Kalos saiu. Eu atrasei ele um pouco mais por vários motivos, mas liguei aquele botão e fiz acontecer. Bem, o importante é o motivo das notas aqui, então bora lá.


             Esse foi meu primeiro capítulo de ginásio nessa fic, o que é um marco importante, e também é um teste importante quanto ao estilo de escrita que adotei em Kalos. Foi um suplício pra escrever o capítulo, por medo de várias coisas darem errado. No fim juntei os cacos e terminei ele, e o resultado foi esse. 


             Comecei o capítulo com uma coisa característica dos capítulos de cidade que eu escrevo, que é aquele início devagar, mais pacato, meio offtopic, e fui engrenando aos poucos. Fui juntando os personagens relevantes para acompanharem o menino Xavier no seu primeiro desafio, enquanto apresentava recursos e informações que virão a serem usadas no futuro, além de ter trago curiosidades e funcionamentos do aparato institucional. Não sei se sucedi bem nisso, mas tá aí.


    Já mais a frente, eu incorporei o cenário do ginásio nos jogos e parte de seus elementos no enredo, e tipo, embora tenha sido algo breve, eu acho que ficou legal o suficiente pra ser passável. Até um NPC do jogo eu trouxe POSKSPKOSOPSKPSKS ( se não gostaram de ser a NPC Charlotte, culpem o Leucro e o Grovy, eu fiz um rápido jogo com eles pra decidir qual seria o NPC )! Por sinal, é interessante lerem o capítulo 1 de " Histórias da Guilda " pra pegarem algumas informações de forma mais bacana, então corram lá!


             A luta contra a líder foi algo complicado de bolar. Eu queria manter ela rápida, mas com algum sentido, e alguma tensão. Acho que falhei no último quesito, mas no primeiro creio que consegui atingir a meta. O Infestation do Vivillon de Viola foi talvez uma das maiores dificuldades que tive, pois descrever esse golpe não foi moleza. Outro fator que me deixou indo e vindo nas ideias foi como eu faria para o Charmander finalizar um oponente que estava no ar. Muita gente não liga pra coisas como alcance efetivo dos golpes nem nada assim, mas eu particularmente me importo muito e quebrei a cabeça para que fossem coerentes os acertos e tal, embora acho que "mirabolei" demais com o modo que o Vivillon entra em derrocada. 


             E o fim do capítulo, meus amigos? O que acharam da ligação que a Viola faz praquele alguém ? Podem aguardar que isso ainda dá caldo! 


             Valeu aí por lerem minhas balbucias escritas no calor da postagem e até a próxima!

  • Capítulo 7: Na Teia Bamba



    — Bom dia, Nova! – diz uma voz masculina num tom jovial.

    Yaaaaaaawm! Bom dia... Xavier... – uma voz feminina responde, ainda sonolenta, quase dormindo em pé.

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